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Conheça novos estudos setoriais sobre informação de patentes na indústria química

por última modificação: 22/12/2015 17h45
Imagem: FreeDigitalPhotos.net e joesive47

O INPI lançou dois estudos setoriais desenvolvidos no âmbito do acordo de cooperação com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Os trabalhos são elaborados a partir de informação disponível em documentos de patente, visando identificar atores de interesse (inventores e instituições envolvidas no desenvolvimento de invenções); promover o monitoramento tecnológico (tendências tecnológicas, identificação de tecnologias emergentes etc.) e verificar a liberdade de operação em distintos mercados. 

O estudo “Oportunidades tecnológicas para a indústria química brasileira” apresenta os resultados de levantamentos preliminares desenvolvidos em parceria com seis comissões setoriais da Abiquim: produtos químicos para couros; adesivos e selantes; poliésteres insaturados; insumos para borrachas; silicones, e pigmentos e corantes. 

Por sua vez, o estudo “Uso de silicones em cabos elétricos resistentes à chama” revela o ranking preliminar dos principais depositantes em número de pedidos de patente, em que se destacam grandes empresas químicas, estando em primeiro lugar a japonesa Shin-Etsu Chemical Co. Ltd. 

A análise da informação de documentos de patente é importante para verificar, por exemplo, a linha de P&D de uma instituição, o que pode ser usado para estudos de inteligência competitiva, identificação de parcerias e fontes de licenciamento de tecnologia, entre outros.  Também pode identificar se a tecnologia que será explorada por uma instituição no Brasil não está protegida no País, evitando litígios. No caso do estudo sobre silicones, foram analisados 5.741 pedidos de patente de empresas que não fazem parte da comissão da Abiquim. Deles, 4.155 pedidos não foram depositados no Brasil, ou seja, seus conteúdos tecnológicos estão livres para serem explorados no País.