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Notícias Fashion Rio 2007
11/06/2007
Stand do INPI atendeu 200 pessoas -
Ao montar um stand no Fashion Business, o INPI cumpriu com sucesso o objetivo de informar visitantes e explositores sobre propriedade industrial. Em apenas quatro dias de evento, os especialistas do Instituto atenderam cerca de 200 pessoas a respeito de temas como marcas, patentes, desenho industrial e franquias, entre outros.
Cadastro para seminário de moda já tem 150 inscritos -
Lançado pelo INPI durante o Fashion Business, o seminário de moda que será realizado em outubro vem gerando grande interesse no setor. Em apenas quatro dias, de 4 a 7 de junho, foram feitos 147 cadastros para o evento. 91 foram preenchidos em papel, no stand do INPI no Fashion Business, e 56 solicitados por meio do site do Instituto. Nos próximos dias, os cadastrados vão receber mais informações sobre o seminário.
08/06/2007
Das ruas do mundo para o sucesso no stand do INP -
O que têm em comum cidades como Rio de Janeiro, Veneza e Bangkok? Uma das respostas é que todas elas viram o talento do caricaturista baiano Antônio Jéfferson Bonfim, de 34 anos, que está fazendo sucesso ao mostrar seu trabalho no stand do INPI no Fashion Business. Quem preenche o cadastro do seminário de moda, no stand, ganha o direito a receber uma caricatura numa camisa feita por ele na hora. Em quatro dias de evento, estima-se que ele tenha feito cerca de 160 caricaturas.
Do desconhecimento ao diferencial da marca -
Para os empresários que ainda hesitam em registrar sua marca no INPI, a empresária mineira Maria Aparecida Malta dá um recado: vale a pena lutar.
07/06/2007
Desenho industrial e direito de autor se completam no mundo da moda -
A preocupação com o registro de desenho industrial, associado ao direito de autor, é cada vez maior no mundo da moda. É o caso da Lummen, organização não-governamental que reúne 35 comunidades de artesãs de roupas e bolsas de Brasília.
Pneu para vestir? -
Imagine como seria se o material usado em pneus e cintos de segurança fosse aproveitado em roupas e bijuterias. A idéia foi muito mais além no imaginário da estilista baiana Márcia Ganem que há nove anos se dedica a desenhar roupas, bijus, jóias e objetos de decoração e arte que utilizem a fibra de poliamida, originalmente usada na indústria automobilística.
Empreendedorismo social e de olho na proteção -
Independente de um conhecimento específico, a proteção é uma questão de cultura. O grupo de artesãs Marias Maré, do Complexo da Maré, no Rio, é um bom exemplo disso. Elas fazem parte do projeto "Empreendedorismo Social", promovido pelo Sebrae, e ainda estão se organizando como empresa, mas já sabem da importância da propriedade intelectual.
Stand do INPI tira dúvidas de expositores e visitantes -
Além de apresentar o seminário de moda que será realizado em outubro, o stand do INPI no Fashion Business atraiu a atenção de expositores e visitantes interessados em conhecer melhor o sistema de propriedade intelectual. O artista plástico João Carlos Moura, que está expondo jóias no evento, veio buscar informações sobre o registro do Desenho Industrial de suas criações.
05/06/2007
Doc Dog conta com registro do INPI para ampliar seu mercado -
A grife paulistana Doc Dog desenvolve produtos que são vendidos em 350 lojas no país. Sua marca – um cachorrinho de óculos – registrada no INPI já é reconhecida pelos consumidores identificados com o mundo da moda. Mas a empresa é empreendedora e quer se expandir. De olho no mercado externo, a Doc Dog pretende garantir a proteção de sua marcas em outros países. ”Pretendemos ter o nosso cachorro e o nosso nome registrados no mundo inteiro”, afirma Thaís Protti, proprietária da empresa e da marca.
Faculdades de moda estudam propriedade intelectual -
Quando se fala que a cultura de propriedade intelectual começa nos bancos de estudo, o mundo da moda dá um bom exemplo. O tema é abordado nos cursos de Design de Moda ministrados pelo Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (Cetiqt) do Senai, a primeira instituição de ensino superior do sistema com cerca de 1.400 alunos.
04/06/2007
Pólo de Nova Friburgo investe em inovação -
Em busca de um espaço cada vez maior no mercado, as quase 1.200 empresas do Pólo de Moda de Nova Friburgo (RJ) estão investindo em parcerias e inovação, mas tudo com proteção. Entre os produtos em exposição no Fashion Rio, o destaque é uma calcinha cujo tecido é feito a partir do bambu.
INPI no Fashion Business -
O Fashion Business, bolsa de negócios da Fashion Rio, chega à sua décima edição com uma nítida evolução. Além de ajudar a ampliar as exportações da moda fluminense, o evento cresce também em relação à cultura da propriedade intelectual associada a esta indústria. Segundo Eloysa Simão, da Dupla Assessoria, que organiza o evento, já existe um conhecimento maior dos mecanismos de proteção entre empresários e estilistas.
01/06/2007
INPI de olho na moda -
O INPI está fazendo a sua parte para mostrar ao setor de moda a importância da propriedade intelectual. Em parceria com o Sebrae, o Instituto participou do Fashion Rio, no início deste ano, divulgando os mecanismos de proteção. No Fashion Rio deste mês, a parceria está se repetindo. Não pára por aí: em outubro, o INPI promoverá um seminário para o setor de moda, em colaboração com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). O evento reunirá grifes brasileiras e estrangeiras, como Versace, Zegna e Zara.
Proteção entra na moda -
Imagine aquele modelo de vestido maravilhoso que você gastou tempo e dinheiro para criar. Agora, pesquise um pouco na Internet e veja a sua criação copiada em lojas da cidade e até do mundo. Motivo de revolta dos estilistas e empresários do setor têxtil, a pirataria da moda está sendo cada vez mais combatida com os mecanismos de proteção do INPI – marcas, desenho industrial, indicação geográfica e até patentes. Enquanto o Instituto vem investindo na conscientização do setor, a proteção começa a entrar na moda.
Empresária vende calcinha patenteada -
Para competir num mercado globalizado e competitivo, não são apenas as grandes empresas que se protegem para evitar a pirataria. Pequenos produtores Brasil afora também usam os mecanismos de proteção para preservar o valor de seus produtos. É o caso da empresária Ana Cláudia Neves Moreira, que desenvolveu no Rio uma calcinha que modela os glúteos. Após uma pesquisa no INPI, ela obteve um registro de patente como modelo de utilidade (quando se faz um produto já existente com nova forma e evolução funcional).