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04/01/2008

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Sexta-feira, 4 de janeiro de 2008.
Comentários, dúvidas e sugestões:
sercom@inpi.gov.br

1. Franquia fortalece AmBev no varejo
2. Nova holding da moda quer investir R$ 36 mi em 2008
3. Empresa da Nigéria quer US$ 20 milhões da OLPC
4. UE: Bruxelas quer mercado europeu de conteúdos on-line
5. IPT tem novo diretor-presidente


Franquia fortalece AmBev no varejo volta

Jornal Valor Econômico
http://www.valor.com.br
Daniela D'Ambrosio
04/01/2008

 

A AmBev resolveu levar o varejo para dentro de casa e controlar o mais de perto possível os pontos-de-venda. Colocou sua agressividade típica na até então morna operação de franquias e acelerou o passo para fazer do chope Brahma uma marca onipresente. De sofisticados shoppings e complexos de cinema até rodoviárias, estações de trem, metrô, aeroportos, supermercados e na beira da praia, a ambição é colocar a marca onde houver gente. Muita gente. 

No fim de 2003, a empresa criou o conceito Brahma Express, lojas que oferecem tudo para quem quer montar uma festa em casa. Desde o chope, até copos, mesas e cadeiras. Todos com o logotipo da marca Brahma. A área era tocada de forma tímida até que em agosto de 2007 ganhou uma diretoria e equipe próprias. Sob o título de desenvolvimento de novos negócios, a área saltou de 25 operações em 2005 para 315 no fim do ano passado, em 19 estados brasileiros. 

A expansão também foi motivada pela mudança de perfil do negócio. No início, além das lojas, os quiosques tinham 15 m2. Aos poucos, foram ganhando dimensões menores - o que permitiu um ganho de escala - e hoje não são necessários mais do que parcos 4 m2 ou apenas um carrinho (iguais aos de sorvete) para se ter licença de venda do chope da Brahma. 
 
Com esse modelo enxuto, a AmBev deixou de se limitar aos shoppings e lojas de rua. "Onde houver fluxo nós estaremos", diz João Paulo Badaró, gerente responsável pela nova área. A melhor operação em vendas é a estação de trem Central do Brasil, no Rio. 

Desde que criou a nova diretoria, a AmBev acelerou as parcerias. Acaba de fechar contrato com a rede de cinemas UCI - até a metade do ano haverá quiosques em 12 cinemas - vai testar pelo menos dois carrinhos no aeroporto de Guarulhos e negociou com a Orla Nova Rio (empresa que tem licença para concessão da área) a instalação de 30 quiosques até o fim de 2008 - já há dois em Copacabana. Desde agosto, está com um projeto piloto com a rede Carrefour, que já possui oito unidades funcionando em seus hipermercados. 

Neste verão, a empresa escolheu a orla de São Sebastião, no litoral paulista, pra testar o modelo de carrinhos nas praias. Os 120 carrinhos que vendem chope Brahma foram espalhados por praias badaladas como Juqueí, Camburi e Barra do Una. E a concorrência com o pessoal das barraquinhas e ambulantes que vendem latas de cerveja? "O ganho é maior do que uma eventual briga com os barraqueiros", diz Badaró. A eventual canibalização de latas de cerveja da própria AmBev, dona das marcas Skol, Brahma e Antarctica, também não é temida. "O chope é um produto diferente e estamos criando uma nova ocasião de consumo para ele", afirma. 

Enquanto a cerveja passa pelo processo de pasteurização, o chope é mais leve e, por não passar por essa última etapa, sua validade é de dez dias. Por conta disso, a logística é mais complicada - o que torna esse tipo de operação extremamente pulverizada até certo ponto arriscada. Segundo Badaró, a empresa ficou dois anos estruturando a parte logística. Atualmente, nove das 30 fábricas da AmBev produzem chope. 

Com a expansão de 2007, a AmBev já está entre as cinco maiores franqueadoras do Brasil, ao lado de nomes como McDonald's e Bob's. Nos carrinhos, o franqueado investe a partir de R$ 50 mil, R$ 10 mil por carrinho (no mínimo cinco). Um quiosque exige investimento a partir de R$ 35 mil e nas lojas, o valor ultrapassa R$ 100 mil. Todo equipamento e manutenção é feito pela AmBev, que chega a investir R$ 400 mil numa loja. 

Líder de mercado, a AmBev está buscando aumentar sua rentabilidade - objetivo destacado em cada um de seus balanços. Apesar de estragar rápido, o chope é mais rentável que a cerveja. Além disso, está cada vez mais caro e difícil fechar contratos de exclusividade com os bares e restaurantes e, com a franquia, a AmBev tem o controle do negócio, pois participa da gestão e é dona de mais da metade do negócio - a seleção dos candidatos é rigorosa e os resultados são acompanhados de perto. Já houve casos de perda da franquia por baixo desempenho.

Nos últimos três anos, as vendas de chope da companhia cresceram 22%, uma média de 7% ao ano, acima das vendas de cerveja, que vêm subindo ao redor de 5% ao ano. As franquias representam hoje entre 8% e 10% do negócio de chope. "A franquia é a principal alavanca de crescimento de chope dentro da companhia", diz Badaró. A partir deste ano, a empresa vai expandir a experiência para a marca Stella Artois e montar quiosques com o chope da marca belga. 

As concorrentes também estão atentas a esse mercado. Desde outubro, a Femsa Cerveja começou um novo negócio, o Chopp Sol Delivery, no qual divide com concessionários e distribuidores Coca-Cola o custo de abertura de pontos-de-venda, que oferecem chope das marcas da companhia, o portfólio de bebidas da Coca-Cola e prestação de serviços, como o aluguel de mesas, cadeiras, copos, chopeiras e tulipas. O investimento é de cerca de R$ 300 mil, sendo que cada um responde por um terço do valor. O objetivo é abrir 15 lojas este ano. Com a compra da marca Devassa, a Schincariol também entrou no negócio de franquias e no comando direto do ponto-de-venda. Criou uma divisão específica para cuidar desse modelo e contratou o consultor Marcelo Cherto. Já anunciou que pretende expandir essa área. A aquisição da Devassa incluiu a marca e parceria na franquia dos 13 bares da rede - 12 no Rio de Janeiro e um em São Paulo. 


 Nova holding da moda quer investir R$ 36 mi em 2008 volta

Jornal Folha de S. Paulo
http://www.folha.com.br
Alcino Leite Neto e Verena Fornetti
04/01/2008

A nova holding I'M (Identidade Moda), que passou a controlar seis prestigiosas grifes brasileiras e tornou-se um dos grupos mais fortes da moda no país, deve investir neste ano R$ 14 milhões na abertura de novas lojas e R$ 22 milhões no marketing das marcas.

Controlada pela empresa brasileira HLDC Investimentos, dos sócios Enzo Monzani e Conrado Will, a holding é dona de Zoomp, Zapping, Alexandre; Herchcovitch, Herchcovitch; Jeans, Fause Haten e Cúmplice, além de ter adquirido o controle da rede de lojas de luxo Clube Chocolate.

As aquisições não vão parar aí. A I'M planeja comprar novas marcas nos próximos meses, contemplando diferentes estilos de roupas. "A idéia é criar um portfólio de marcas com muita identidade, que não concorram entre si e sejam complementares", diz Vicente Mello, presidente da I'M.

Segundo ele, os novos alvos serão marcas de roupas esportivas (active wear), de roupas casuais, de acessórios (como bolsas e calçados), de lifestyle urbano e outras grifes autorais, como Herchcovitch; Alexandre e Fause Haten.

A compra da Cúmplice, marca até agora menos conhecida no meio da moda, atende, para a holding, a necessidade de ter uma marca que cubra a faixa de negócios relacionada ao fast fashion -ou seja, de roupas menos caras e com trocas de coleções mais freqüentes.

Internacional

A internacionalização das grifes é um dos objetivos centrais da empresa. "O Brasil já reúne as condições para ser um grande exportador de marcas", afirma Mello. O projeto de internacionalização deve incluir a volta do estilista Fause Haten à semana de moda de Milão -Herchcovitch já desfila em Nova York.

A primeira aquisição do grupo HLDC foi a Zoomp, em 2006. A empresa cresceu 38% desde a compra, segundo Mello. Só desta grife serão abertas oito novas lojas neste ano. A Zapping, adquirida na mesma época, também ganhará uma loja nos Jardins, em São Paulo, neste semestre. A grife Fause Haten deve inaugurar três novos endereços.

A partir de agora, os licenciamentos relacionados à moda da Fause Haten e das marcas do estilista Alexandre Herchcovitch passam a ser controlados pela holding. Os dois designers, porém, terão autonomia para fazer licenciamentos em outras áreas que não a da moda -como, por exemplo, o de objetos para casa que Herchcovitch assina na Tok&Stok. Neste caso, a I'M não participará do negócio.
"Vamos estruturar a indústria de moda no país. O Brasil só tem a ganhar com isso", diz Mello. "Daqui há dois anos, o cenário da moda será muito diferente do de hoje." Ele prevê que, em breve, haverá shoppings que terão até seis lojas do grupo, com as diferentes grifes da I'M. Com um amplo portfólio de marcas, ele espera ganhar competitividade na negociação com fornecedores de matéria-prima e ampliar a venda de todas elas para o atacado, ao reuni-las num só showroom, que será instalado nos Jardins.

Os sócios da HLDC vieram dos fundos de investimento Pátria Private Equity -então Patrimônio Private Equity, da qual Enzo Monzani foi vice-presidente. A HLDC também comprou a BenQ Mobile, fabricante de aparelhos de celular, que passou a se chamar Jutaí 661 Equipamentos Eletrônicos Ltda.


 Empresa da Nigéria quer US$ 20 milhões da OLPC volta

Mídia eletrônica: site Geek
http://www.geek.com.br
03/01/2008

A empresa nigeriana Lagos Analysis Corporation (Lancor) está exigindo na justiça de seu país uma indenização de US$ 20 milhões da entidade Um Laptop Por Criança (OLPC, na sigla em inglês) por "danos causados à companhia", devido ao suposto plágio do seu teclado pela equipe de desenvolvimento do laptop popular, informou o site Slashdot. Exige também o bloqueio da distribuição do laptop XO no país.

Segundo o site BetaNews, em agosto os advogados da Lancor acusaram publicamente a OLPC de utilizar indevidamente sua propriedade intelectual. Nicholas Negroponte, o fundador do projeto, que tem como objetivo vender notebooks de baixo custo para governos de países em desenvolvimento, teria comprado dois teclados da empresa nigeriana em 7 de agosto de 2006 e realizado engenharia reversa para empregar um layout semelhante no teclado KB-201 do laptop popular.

O teclado multi-idiomas KONYIN foi criado para acomodar diferentes sets de caracteres em um único layout, conforme noticiou o site InformationWeek. São 4 teclas Shift, 14 caracteres adicionais latinos, 13 teclas de marcas tonais e 4 símbolos monetários.

Os advogados da OLPC responderam rapidamente às acusações, recusando o acordo de US$ 20 milhões e apontando incoerências no pedido da Lancor, solicitando esclarecimentos a respeito das violações. Em vez de responder aos advogados do projeto, a fabricante foi direto ao tribunal federal nigeriano.

O site Gizmodo lembra que, originalmente, uma das partes envolvidas no processo (são quatro, incluindo a OLPC) foi a Alteq, nome que já não consta mais na ação. A Alteq é a parceira nigeriana da Intel, que, com o Classmate, é concorrente da OLPC.

A audiência do caso contra a OLPC não deve acontecer antes do dia 15 de janeiro. Outras empresas também são citadas no processo como violadoras de propriedade intelectual, entre elas a Growing Business Foundation, a LeapSoft e a Alteq.


 UE: Bruxelas quer mercado europeu de conteúdos on-line volta

Mídia eletrônica: Diário Digital
http://diariodigital.sapo.pt/
03/01/2008

A Comissão Europeia adotou hoje em Bruxelas um documento estratégico com vista a fortalecer o mercado europeu de conteúdos criados «on-line», sublinhando que as receitas da indústria européia de música, filmes e jogos poderão quadruplicar até 2010.
Segundo Bruxelas, os cidadãos da União Européia (UE) deverão gozar de um acesso mais fácil e mais rápido a uma vasta escolha de programas televisivos e musicais, filmes e jogos na Internet, telemóveis e outros equipamentos, num verdadeiro mercado único de conteúdos que respeite escrupulosamente os direitos de propriedade intelectual.

Nesse sentido, o executivo comunitário encoraja a indústria de conteúdos, as empresas de telecomunicações e os fornecedores de serviços de Internet e cooperarem entre si, prometendo pelo seu lado apresentar, em meados deste ano, um pacote de propostas concretas para que a Europa se possa dotar de um verdadeiro mercado único de conteúdos em linha.

Para já, Bruxelas avançou com uma «comunicação», um documento estratégico no qual identifica «quatro grandes desafios horizontais» que entende merecerem uma ação ao nível comunitário: disponibilidade dos conteúdos criativos, licenças multi-territoriais para os conteúdos, interoperacionalidade e transparência dos sistemas de gestão numérica de direitos e ofertas ilícitas e pirataria.

«Se queremos dotar-nos de uma indústria da música, do cinema e jogos que seja forte, devemos dar a segurança jurídica à indústria, uma remuneração justa aos criadores de conteúdos e um amplo acesso a uma grande diversidade de conteúdos em linha aos consumidores», sintetizou hoje a comissária européia responsável pela Sociedade de Informação e Media, Viviane Reding.

A par desta comunicação, a Comissão lançou também hoje uma consulta pública, convidando todas as partes interessadas a participar num debate com vista à adoção de uma recomendação formal a ser adotada pelo executivo em meados de 2008 e posteriormente pelo Parlamento Europeu e Conselho (Estados-membros).

A Comissão Européia lembra um estudo divulgado no ano passado, que previa um crescimento superior a 400 por cento das receitas de venda dos conteúdos criativos «on-line» no espaço de cinco anos, passando dos 1,8 mil milhões de euros em 2005 para 8,3 mil milhões de euros em 2010.

Na ocasião, o executivo comunitário sublinhou que o estudo demonstra que, graças à expansão da banda larga, à implantação das redes móveis avançadas e à adoção generalizada dos dispositivos digitais, a distribuição de conteúdos em linha «está a tornar-se um mercado de massas, fator que gera oportunidades únicas para a Europa».


 IPT tem novo diretor-presidente volta

Mídia eletrônica: Agência Fapesp
http://www.agencia.fapesp.br/
Thiago Romero
04/01/2008

João Fernando Gomes de Oliveira, novo diretor-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), assumirá o cargo na próxima segunda-feira (7/1), às 11 horas, na capital paulista.

Indicado pelo Conselho de Administração do IPT, Oliveira terá mandato de dois anos e substituirá o engenheiro civil Vahan Agopyan, que está à frente do instituto desde maio de 2006. A cerimônia de posse, aberta ao público, será presidida pelo vice-governador e secretário de Desenvolvimento de São Paulo, Alberto Goldman.

“Inicio uma gestão que tem o desafio de melhorar ainda mais a relevância e a inserção do IPT nos sistemas paulista e brasileiro de inovação tecnológica. Trata-se do maior e mais antigo instituto de pesquisas no Brasil, com mais de cem anos de existência e cerca de 1,5 mil funcionários”, disse Oliveira à Agência FAPESP.

“A atuação do instituto junto ao setor empresarial em setores estratégicos para o Brasil, como petróleo, aeroespacial e engenharia naval, é muito intensa e tem crescido a cada ano, o que se traduz na importância das pesquisas realizadas para o desenvolvimento econômico do país”, afirmou.

Para que esse processo continue em curso, segundo ele, será necessário ampliar as atividades de pesquisa e desenvolvimento do IPT para áreas de atuação que sejam estratégicas para a indústria nacional.

“Precisamos expandir os horizontes tanto na sua temática, inserindo novas áreas do conhecimento em nossas linhas de pesquisa, como na sua abrangência regional em termos estaduais, de modo que os serviços do instituto atinjam empreendimentos instalados em novas regiões do estado”, destacou.

Outro desafio de sua gestão, explica o novo diretor-presidente, será fazer com que as atividades da instituição auxiliem no processo de consolidação dos parques tecnológicos que estão em fase de implementação no Estado de São Paulo, cujo relatório final com os resultados dos estudos de viabilidade foi apresentado em dezembro em evento na sede da FAPESP.

“O IPT deve ser um instrumento de apoio ao desenvolvimento do sistema paulista de parques tecnológicos. O instituto terá que se preparar para atender às novas demandas geradas pelos parques”, disse.

“Nesse contexto, é fundamental que o instituto continue identificando potenciais oportunidades de transferência de inovações tecnológicas das universidades para o plano empresarial, servindo como uma ponte sólida para a criação de novos produtos e soluções em processos que atendam a essas demandas”, afirmou.

Larga experiência

O engenheiro mecânico Gomes de Oliveira graduou-se em 1982, concluiu o doutorado em 1988 e a livre-docência em 1992 pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP), no interior paulista, onde é professor titular desde 1995 do Departamento de Engenharia de Produção. Obteve pós-doutorado em 1994 pela Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos.

Em 1983, fundou o Laboratório de Pesquisas em Retificação de Precisão no Departamento de Engenharia Mecânica da EESC, na época o primeiro laboratório de pesquisas nessa área no hemisfério Sul. Ali, começou a formar os primeiros especialistas na área da manufatura, tendo orientado, nos primeiros sete anos do laboratório, dez mestres e quatro doutores, além de ter publicado mais de 70 artigos sobre processos de precisão.

Gomes de Oliveira tem experiência na área de engenharia mecânica, com ênfase em máquinas de usinagem e atua principalmente nos seguintes temas: retificação de precisão, monitoramento de processos e de sistemas de produção.

Em 1988, participou da fundação da Associação Técnica Brasileira de Abrasivos (ATBA), com o objetivo de aproximar universidades e empresas no desenvolvimento dessa área no Brasil. Faz parte também do grupo de fundadores do Núcleo de Manufatura Avançada da USP, em São Carlos, de onde já saíram dez empresas de alta tecnologia.

Gomes de Oliveira criou um processo para avaliação de superfícies de ferramentas abrasivas baseado em emissões acústicas de alta freqüência. O método hoje é utilizado por fabricantes de ferramentas de retificação nos Estados Unidos e na Europa. Todos os recursos obtidos com a patente são doados para o Laboratório de Otimização de Processos de Fabricação da EESC.

O novo diretor-presidente do IPT é representante da área de Engenharias III da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e coordenador do Instituto Fábrica do Milênio, projeto do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) com mais de 600 pesquisadores que tem o objetivo de promover o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira.

Integra ainda o corpo editorial dos periódicos Journal of Engineering Manufacture, Journal of Manufacturing Science and Engineering e Machining Science and Technology. É membro da Associação Brasileira de Ciências Mecânicas, da Sociedade de Engenheiros em Manufatura e da Academia Internacional em Engenharia Industrial, na qual é vice-presidente do Grupo Técnico e Científico sobre Processos Abrasivos.

Tem mais de 200 trabalhos publicados em periódicos, congressos, revistas e jornais e quatro patentes no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Orientou 29 mestrados, 14 doutorados e seis pós-doutorados, sendo dois deles na Alemanha e na Itália. É também consultor de diversas empresas no Brasil, Estados Unidos, Europa e Ásia no segmento metalmecânico.

A cerimônia de posse será realizada às 11 horas no auditório Cid Vínio, no prédio 36 do IPT, na Cidade Universitária, em São Paulo.